Eutanásia Animal

O assunto eutanásia animal – originalmente do grego eu-thanasia: “morte feliz”, está sendo cada vez mais discutido nos meios acadêmicos veterinários de países desenvolvidos. Conforme estudos elaborados nos estados unidos, eutanásia representa 3% dos ganhos de uma clínica veterinária.

Mas quais os critérios de uma decisão que poderá levar à eutanásia e os procedimentos a serem tomados?

Essas e outras perguntas não estão presentes em nenhum manual de primeiros socorros e estão um pouco distantes do código de ética profissional. A experiência de vida é que posicionará o veterinário, de acordo com sua sensibilidade.

E o sofrimento de perda, com quem fica?

A dor sempre fica com as pessoas que conviveram e amaram o animal. Há casos em que a pessoa que toma para si a responsabilidade de eutanásia, pois tem um grau menor de afetividade, como no caso do “chefe” da família, que nem sempre tem a mesma relação com o cãozinho que os demais familiares.

Com quem fica a responsabilidade?

A responsabilidade da morte pode ser mais séria que a de cura. Não existe nenhuma lei para determinar os parâmetros da eutanásia animal. São condenáveis e passíveis de punição, no entanto, a eutanásia ativa, aquela que a ação direta provoca a morte do paciente (animal), quando não autorizado pelo cliente (dono).