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O risco dos anabolizantes

O risco dos anabolizantes

o risco da utilização de anabolizantesO culto ao físico com a exigência de corpos musculosos e o combate ao biótipo do chamado gordinho ou rechonchudo; a procura de corpos esculturais, considerados os malhados e sarados, o padrão de beleza tipo Stalone e muitos outros, valorizou mais a estética visual do que o conteúdo.

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Com isso as academias de ginásticas se superlotaram, o culto às super alimentações, muitas delas sem nenhuma base científica. Jovens e atletas com intuito de melhorar seus resultados ou sua estética passaram a utilizar várias substâncias com efeito anabolizante na tentativa de melhores resultados em pequeno espaço de tempo.

Uso & Conseqüências

Segundo o especialista, a princípio, os anabolizantes eram usados para a obtenção do estereótipo almejado, somente eram utilizados análogos de testosterona associados a dietas hiperproteícas e exercícios com peso repetidos que levavam a hipertrofia muscular. Ultimamente, também são usados outras substâncias com intuito do anabolismo.

Os análogos de testosterona, explica o endocrinologista, são os hormônios masculinos, que através do uso contínuo provocam a retenção de líquidos e íons, e ao longo do tempo apresentam os efeitos colaterais do tipo virilização com o desenvolvimento dos caracteres sexuais masculinos em seus usuários. São eles, o crescimento de barba, acne, calvície, hipertrofia do clitóris, engrossamento da voz e certa agressividade.

Com o intuito de aperfeiçoar seus produtos, “as indústrias laboratoriais procuram a cada dia uma substância com maior efeito anabolizante e que causem um menor efeito virilizante, ou seja, ação apenas no ganho muscular”.

O médico frisa que independentemente desses efeitos virilizantes, o uso crônico de substâncias derivadas do hormônio masculino, salvo em portadores de deficiência desse hormônio, levam de alguma forma àimpotência e infertilidade pela diminuição dos hormônios hipofisários FSH e LH (que no homem estimulam o testículo à produção de testosterona), com conseqüente atrofia testicular, muitas vezes irreversível.

Além disso, pode provocar o câncer de próstata, de fígado e ósseo; a rigidez muscular que normalmente provoca fraturas espontâneas; as lesões articulares, musculares e de tendão, entre outros.

Essas conseqüências passam a aparecer com maior freqüência, visto que, o uso do hormônio masculino, para se obter os resultados almejados deve ser utilizado em ciclos crônicos e contínuos, pois seus efeitos são efêmeros e fulgazes. Por outro lado, o médico acrescenta ainda que a interrupção no uso provoca a perda do volume muscular adquirido.

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